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Mostrando postagens de abril, 2013

Eis a utopia que pondera os fios da minha mente

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Na madrugada inocente pisco os olhos taciturnos. Fibras de emoções esbaldam as tensões falidas da água. Conclusões equáveis a utopia. Esperar o que do porvir se imediatamente ele age? Mesmo sem desejarmos a sua rapidez. Olhar para o reflexo e ver a face já mudada. É a marca que deixa o tempo em nossas aparências. A madrugada se prolonga para o amanhecer. Gélida. Trás algumas lembranças que bombardeiam o coração. Estúpido pensamento esclerosado! Ah! Sensação zombeteira que parece comigo vadiar. Eis a utopia que pondera os fios da minha mente.