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Mostrando postagens de setembro, 2015

À moda Mallarmé

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                                     Não                                                       linha                                                                   tinha         O verso  ...

Um assovio primaveril

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Cala o vento, Nos sobrados da balança. Cala a esperança quando a dor É desalento. Se me tocas, a empatia é gerada. Mas da boca não sai nada O que sai é sentimento. Assim, morro de ideias, E não de tormentos. Me ames, o quanto quiseres Não sou dessas mulheres Que se apega. E não nego minha essência E nem minha quimera. Sobrevivo de poesias E eu jogo às veras. O resto é do jeito que é Já existe mesmo. Nesse mundo não real De sentidos a esmo. Tudo é imitado Então me calo quando o mundo fala. Não há nada do que inventar Só refazer a mala.

Não te demores

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Não te demores... se teu coração não souber revisitar as dores quando o silêncio for maior que a terra quando não houver crescimento moral quando tudo parece estar igual. Não te demores...  quando a chuva não cessar quando alguém pedir para que tu esperes quando estiveres dependente de opinião quando doer demais teu coração. Não te demores... nas ruas sem sentido dos ventos alheios quando te inflamarem de críticas, tenha atitude! quando a solidão quiser te fazer companhia demais no canto da praça pensando coisas banais. Te demores certamente...  com uma boa prosa de acréscimo de vivências quando o outro solicita tua humilde presença nas páginas de um livro que se esgota com sabor. onde houver paciência e tolerância, onde tiver amor.