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Mostrando postagens de fevereiro, 2014

Mais uma dança

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Ele apareceu no meio do salão, junto de outros, coberto de uma camisa branca. Carregava um sorriso torto no rosto e vestia um chapéu preto na cabeça. Um pouco misterioso. Olhou ao redor até seus olhos simpatizarem com o que estava procurando. Naquele momento, eu o olhei, pois no caminho da sua procura seus olhos passaram pelos meus. Estudei os seus contornos, seus movimentos, sua tensão, sua timidez e principalmente, o seu olhar.  Senti atração naquele momento. Meu corpo parecia pensar sem minha permissão. Sem meu consentimento. Simplesmente, já estava querendo ele, a qualquer custo. Seus olhos eram chamas de sensação desconhecida e forte. Fogo que queimava sem a presença das chamas crepitantes e alaranjadas. Seus lábios chamavam-me. Minhas retinas percebiam e fotografavam todas aquelas cores e as mantinham mais nítidas possíveis para que eu não o esquecesse. Eu sabia que não poderia esquecê-lo. Pois, sua imensidão âmbar fazia um afoitamento acender em mim, me desligando do m...

Guardei em mim todo aquele segredo

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SC Piano Trio Foi como dançar nas nuvens Com notas musicais adentrando as paredes dos meus ouvidos. Carregadas de sentimentos. Que me embalei gostosamente receptiva. Ao som da primeira sonata. E depois, me embriaguei das outras. Suavemente fui ao encontro de cada uma delas com suas singularidades e delicadezas. Meus olhos se encheram de água. A música sempre tocou meu coração. Minhas emoções conversaram com o lugar, E com os músicos do palco Segurando seus instrumentos musicais. Não me limitei a degustar o momento. Foi tão mágico, tão único e tão perfeito! Ah, como me deliciei! Como amei cada sensação. Beijei cada pensamento emocional que evaporava da mente do pianista, do violinista e do violoncelista. Fui conduzida por palavras sonoras. Que me contavam segredos de Beethoven, Brahms e Mendelssohn. A qual viajei emocionada com a gentileza. Sonatas clássicas românticas. Como foi bom me encher disso tudo! Esse tudo que é...

O amor é

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O amor... É tudo o que podemos querer depois da tempestade. É o que podemos desejar depois de uma imensidão de desesperos de solidão. É o aconchego depois de uma ferida que arde. É o sossego depois do barulho da multidão. É o café saboroso no silêncio da leitura agradável. É o sentir da madrugada em noites lentas e deliciosas. É o carinho de alguém que nos enche de tesão. É o despertar dos sentidos efêmeros e escolhidos. É o pisar na areia escura sem ter medo as sensação. É o sorriso crocante que se mastiga com vontade e prontidão. É sentir-se desejável aos olhos crus da noite. É ter a mente aberta para a livre imaginação. É percorrer caminhos implorados pelo coração. É beijar o sentimento sem o colocar na prisão. É Sentir liberdade de fazer o que quiser em sua imensidão.

Complexo de mim

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Eu me deixei acreditar em possibilidades Deixei as partes que me constituem crescerem. Coloquei vasos de flores nas entradas das oportunidades Perfumes de lavanda quando o cheiro da dor adentrava meu peito. Deixei o amor se aconchegar em seu lugar dentro de mim. Parei de achar, e optei por ter a certeza. Parei de sonhar rápido, sonho paulatinamente. Guardei desejos insanos para mais tarde. Usei meu lado sombrio e oculto para me distorcer. As pedras já falaram da vinda de um novo eu. Parece que esse vai me curar. Dos excessos que os outros deixaram. Medito um pouco mais de vazio. Me expresso sempre de forma artística. Não é só a escrita que me deixa expurgar Sou do tipo que aceita o sofrimento, e penso: Deve haver algo que eu aprenda com isso. Acredito que a vida é muito interessante E digna de estudo nos seus processos  de conviccções e aspirações humanas. Nada é sem importância, tudo é importante. Em seus sentidos e fragmentos notávei...

Não há um adeus

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Não digo adeus ao céu Pois quero vê-lo outra vez Nem ao mar infinito Nem as chuvas de véu Não digo adeus ao amor Porque o desejo incessantemente Nem a esperança contínua Nem mesmo a qualquer dor Não digo adeus às pessoas Já que as verei pelos tempos Nem a essência partirá Nem mesmo Fernando Pessoa. Não digo adeus a nada. Pois sei que terei outras vidas Tudo é um círculo que vai e volta Nem a voz que se esconde calada Não digo adeus, e sim até breve. Pois tudo que desaparece Apenas adormece por um tempo Para quando voltar que seja leve.

Olhos de âmbar

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Ó, olhos de âmbar. Segredaste ao infinito Os ingredientes do teu olhar. Ocultaste em teu íntimo! Ó, olhos de âmbar. Penetraste em minhas entranhas Derramaste sabores extintos Deliciastes em mim, te banhas! Ó, olhos de âmbar. Refrescas-me com teu sentir Acordas-me em tua manhã Prendes-me, não me deixas partir. Ó, olhos de âmbar. Tuas palavras são frescas Tens gosto primoroso Tens formas ardentes e gigantescas. Ó, olhos de âmbar. Que se entrega docemente Preenche-me de delírios Encantas-me, simplesmente.

Preciso de você

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Preciso do teu silêncio das tuas ideias não compartilhadas de tuas consoantes e vogais para formar palavras tuas em minhas intensas sensações. Em sopros de complementos em nossos textos distintos. Minha alma deseja a tua e o vento sabe o quanto, nossas mentes passeiam pela imagem que formamos no corpo mental. Preciso de você, como preciso respirar. Somos muito livres na imaginação mais do que aqui, que nos limita. Preciso muito do teu sentir de tuas palavras diferentes de tuas opiniões racionais da tua complacência quanto a minha sensibilidade. E por precisar tanto de ti é que peço, não se afaste mim. Não me deixa desistir Não me deixe te excluir de mim Não me deixe deixar isso acontecer. Preciso muito de você.

Em você

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Viajei nas minhas emoções Senti-me abraçada aos cantos Que reservei para o teu sentir. Em ti, eu navego em baixo mar. Sinto a tua presença em instantes Em minhas feridas incuráveis, Até então, tu me olhar. Com esse manso admirar E com seus fluídos benéficos Me fazendo levitar e esquecer Todos os fragmentos Que um dia me machucaram. Eu quero beber da tua água Cheirar o teu perfume suave Senti meu coração ilustrado Beijar o teu ardor de emoção. Quando foste embora, uma vez Fiquei com febre e apática. Não havia graça no simplesmente Eu até conseguia respirar Dar um sorriso largo Mas quando me escondia Em meu recinto solitário Tu vinhas em minha mente E eu saía de mim Para eu te procurar por aí. E num respirar intuitivo Novamente te achei. Gosto de sentir a longitude De poder te abraçar. Estou em você.

Amizade

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       A amizade não são corpos que se fazem companhia, que só se olham e se tocam, e sim, são essências ligadas por laços de amor, afeição, estima, companheirismo, disposição quanto as paredes dos ouvidos; é compreender os sentimentos do outro sem o julgar, porque também não queremos ser julgados por ninguém antes que nos conheçam, nas atitudes, por exemplo. O outro tem tudo o que poderíamos ter, mas como todos somos diferentes, cada um tem aquilo que precisa ter. Aquilo que é necessário para a sua vida, conforme as suas escolhas. Amizade é dedicar-se a alguém por algumas horas, ouvir as histórias do momento, entender que assim como o outro precisa falar, você precisa ouvir. Um dia será ao contrário.  É ter cumplicidade em questões singulares, pois o diferente, às vezes pode lhe causar o etnocentrismo. Ninguém é modelo de perfeição. As pessoas tem culturas diferentes e aceitar isso é sinal de boa moral. Além ...

Toda hora é hora de fazer algo.

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                                                                       Já tive dias de segundas dançantes Em que a lua era o convite. Já tive terças na praia de noite Em que o mar era ouvinte Tardes de quartas pensantes Em que o céu era o limite Quintas de tempos viajantes Em que a brisa me ofertava palpites Sextas de visitas à madrugada Em que os sentimentos abriam-me o apetite Sábados à noite de horas literárias Em que demasiada atacava minha renite Domingo de tarde em solidão. Em que meu parceiro era o grafite.

Eu quem?

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Eu não sou só eu Tenho outros eus Que me invadem E me fazem ser A diversidade que me é. Ninguém sabe quem sou Nem aqueles que  me conhecem muito bem. Tendem a ter confusão quanto a quem eles conhecem. Vivo no efêmero eterno Não há nada que não seja, Tudo é e sempre foi. Em seu tamanho Em sua quantidade Contemplada singularmente. Meus eus são independentes Sabem aparecer  nos momentos certos.  Só esperam estar Pois estar não é ser. Ser é permanecer algo Estão intensamente o que estão no mais curto período de tempo. Não se largam na esquina Adormecem e esperam Chegar a sua vez. Solícitos em seus despertares. Juntam-se num corpo de "estar sendo" da personalidade em questão. Então alguém pergunta: - Quem é você? Respondo.  - Eu quem?

Desafio Rascunhos: Respirando o sentir

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  Respiro os sentidos mais recônditos. Que a manifestação do meu querer Empresta as sensações do meu sentir Descubro então, raízes sensíveis. Inspiro e expiro todo esse apreciar Anexado ao verbo amar que respiro Muito facilmente e comportada Meus pulmões já se acostumaram Com esse vai e vem descansado. O cheiro é delicado, absorvido. Com toque de misturas abstratas. E tomo fôlego para outros respirares Respiro momentos de saudades Nas apertadas companhias Interpretada aos meus desígnios Dos quais, arquitetados Ao alicerce profundo e mutável. Inspiro e expiro o oxigênio poetante. Exagerado moderadamente Nas palavras que volitam E se soltam pelos cantos do ar. Sinto respirando Respiro sentindo Todos os fragmentos Que se encaixam com o Verbo transitivo amar.

Aquela noite

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Era de noite, mas não uma noite comum a meu ver era a "noite". Uma noite não como outras, não como a de ontem,  e nem como a de hoje  ou outra qualquer por aí.  Onde a imensidão, por vezes, tenebrosa, manda embora angústias isoladas no peito de alguém que chora. Uma daquelas nevralgias sem cessar, e que se infiltra por lugares estranhos que só os nervos entendem.  A noite que eu vi, com meus olhos da alma e não os carnais, me fizeram descartar  as falanças das bocas banais,  que gostam de amar o fútil,  sendo irrelevantes até em pensamento. Tudo isso se firmou  ao tamanho de um grão de areia escondido debaixo de uma pedra gigante, talvez a pedra encarregada por esconder escombros sem nexo, abomináveis. Voltando aquela noite.  Ah, mas aquela noite não sai da minha mente, ela estava tão silenciosa na sua infinidade de ser, não pude deixar de saborear cada segundo. Eu a reparei de todas as formas possíveis, ...

O tempo que passa

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Céu pálido, nuvens ostradas horas intensas e aveludadas correm horrorosas devagar quase parando. Metamorfose. Céus! O calor demonstra uma quantidade de insatisfação em se aventurar por peles que suam e negam a estação. O tempo que passa chega perto em instantes o suficiente pelas horas gostosas para uns e desgostosas para outros. Bocas que falam besteiras Corpos que agem sem dó Pés que rejeitam a estrada Vozes que não tem nós. Tempos que se esbaldam de espaço no calor de abraços incansáveis um beijo de luz acende o recinto desencontros com as noites e dias bem bonitos E saudáveis. Nós. Eu. Ele. Ela. Somos. No caminho das incertezas que plantam os pensamentos de simples enganos. Acordar cedo para correr por caminhos que horas passam. Ninguém anota os segundos que nadam e nadam sem notar. Quem vai notar o tempo? Quem vai sentar e o olhar o vento? Quem vai pedir alguém em casamento? Quem vai sorrir ao invés de chorar? Descalças são as mentes ...

Eu vejo e não entendo

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Vejo pessoas acorrentadas nas outras Como se não pudessem viver só com medo de tomar decisões Ignoram os prés e deliram nos prós Vejo pessoas entristecidas Com raiva e uma ansia de gritar Com vontade de sair de dentro de si E de mandar tudo ir para aquele lugar Vejo pessoas desgostosas com a vida Em casamentos de fachada Seguem a vida com cicatrizes Fazem da tristeza suas moradas. Vejo pessoas sem coragem De dizer que não querem mais De temer o desconhecido Sem terem coragem de ir em frente, jamais! Eu vejo pessoas na covardia da vida E não entendo as suas lamentações Aceitam parceiros viciados que nem se ligam Do mal que fazem com suas relações Eu vejo muita coisa por aí E não entendo essa falta de coragem Como se ser feliz fosse algo impossível Talvez essa sensação, para eles, é bobagem. Talvez eu até entenda certas coisas Mas por que dificultam o "simplesmente"? Só não entendo os motivos de gostarem tan...

Soneto - Sensualidade

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O sonoro som da tua voz me invade Abre alas para entrares em mim Me fazes ficar com cheiro de jasmim Com doces ventos que me arde. Enlouqueço com seu toque gostoso Tal qual o sentir da parede torta Falas em meu ouvido a resposta Num som tranquilo e harmonioso Me tens com carinho em tuas carnes Me veste de ti em suas artes Me inundas com tua exímia explosão Me adicionas sabores extraordinários Me ensinas a nao me ansiar por secundários Me encaixas em ti com apetitosa agitação.

Soneto - Encontro

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Hoje eu marcaria umas horas abandonada em teus braços Sentiria o cansaço da tua boca se mover na minha Ouviria como foi teu dia, te ofereceria minha companhia. Te daria um colo, um cheiro e depois um abraço. Recitaria a poesia mais sensual suavizada Diria palavras mágicas em teus ouvidos Aguçaria os mais recônditos sentidos Entraria nas tuas emoções não despertadas. Entrelaçaria o meu corpo na tua essência Me jogaria em tua intensa gostosa presença Tocaria a canção de amor de olho fechado Beijaria todo seu corpo delgado, vagarosamente Te mostraria minhas habilidades, sensivelmente Escreveria sobre o momento, depois de tudo terminado.

Quimera ambulante

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Os uivos da noite abriram alas ao silêncio Conflitos vieram da dor que não se iguala Emoções em volta de o nada a declarar Razões sem ter razão de alguma razão Solidão que não fica calada de jeito nenhum Alegria que perde a graça na estranhas da tristeza. Escombros que não fazem sentido onde estão. Teto de vidro sem casa. O ar tem gosto amargo e doce ao mesmo tempo. Lembranças se lembram de não se esquecer. O bem-te-vi chora e não canta. Cadê a percepção do estar no mundo? Os lobos estão soltos e andam beijando folhas. Será que as pessoas vão viver só de utopia? Corações calados gritam no seu infinito escuro. Mentes podres andam risonhas por aí para aprontar pela noite. Caos de memórias falhas e negligentes. Onde está todo mundo? Foram aonde? Os sonhos humanos foram até Marte. Esqueceram-se de voltar ao planeta Terra. Que pena. Utopicamente o devaneio dá sinal de quimera.

Grito calados e desnorteados

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  Os gritos da noite calaram a sua voz. Não deixaram as mensagens serem ouvidas Os gritos serviam de empecilho Por muito tempo caminhaste por ondas sonoras errantes Foste instrumento para serviços não feitos. Foste ingredientes para mãos ineficientes Que não souberam fazer os bolos de vitórias. Tua voz não soou prazerosa em certos ouvidos analfabetos Não é que não ouviram, é que não sabiam te ler Muito menos te interpretar ou te compreender Ninguém fez por merecer a energia que doaste. Mas, nada foi em vão. Nada. Tudo o que fizeste deu certo. Só que não souberam aproveitar. Falaste em momentos exatos. Deixaste a tua marca registrada. E tudo o que fizeram?  Foi recusar as lições. Mas não te preocupes. Tudo foi plantado. Tudo será colhido. Os gritos irão se calar Quando a dor se alastrar O sofrimento vai inundar a profundeza escura Das curvas tortas e insanas. Não haverá mais empecilhos Para dificultar o entendimento....

Questionamentos e condições

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Questionamentos: Por que você procura as respostas se ainda nem fez as perguntas? Por que você vive nesse seu mundo bloqueado? A terra tem mais de quatro bilhões de anos e você acha que com a idade que têm sabe muito? Por que se esconde nas suas ideias limitadas sem querer ouvir o que os outros podem te ofertar? Por que você acha que os outros são culpados pela sua frustração? Como chegou a este ponto? Por que se faz de vítima para chamar atenção? Por que acha que as pessoas ao teu redor é que são culpadas pela sua falta de conhecimento? Por que é tão egocêntrico e amante da escuridão a ponto de fazer você adormecer? Isso te afasta do mundo real! Condições: Se você soubesse que só faz sucesso para sua plateia fanática, mas a ficha ainda não caiu. Se você se desbloqueasse e se permitisse mais, se beneficiaria com sua própria energia e conseguiria até sentir fragmentos da luz que possui. Se você parasse de pensar de forma tão negativa sobre tudo o que ...

Homenagem de aniversário

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Menina Aniversário é sinal de ano novo Pois fazer aniversário é virar uma página E na folha em branco continuar a trajetória de sua vida Onde serão escritas mais histórias. Das conquistas, das vitórias, das decisões. Novas ideias, novos rumos, um novo tipo de viver e de olhar. Vêm outras escolhas, outras responsabilidades. Um novo chorar, um novo sorrir, um novo amar. A sua doçura engrandece e enriquece as almas do seu círculo Como: filha, irmã, sobrinha, prima, neta e amiga. Com seu sorriso bonito você esbanja uma gostosa ternura e serenidade. Você que pernoita o mundo dos sonhos Alimenta a credibilidade deles, reavivando-os a cada dia. Quando um sonho cria asas é melhor deixá-lo voar. Voe e seja muito feliz! Feliz aniversário Amanda! Gisele Regina 2014

Buraco interior

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Ao caminhar na praia, enquanto o único barulho capturado pelo meus ouvidos era a natureza, em seguida ouvi uma voz que gritava baixinho, pedia socorro. Ergui meus olhos para saber de onde vinha a voz. Segui pelas pedras, o vento soprava quente, fui em frente. Vi pernas estendida no chão perto de umas pedras grandes. Havia uma pessoa ali. Percebi que ela fazia movimentos estranhos. Achei estar alcoolizada, fui chegando mais perto. - Me ajude, por favor! - A voz era masculina. Cheguei perto o suficiente para sentir que não era problemas com alcool mesmo. O homem  apresentava sinais de sofrimento na face perdida que procurava a luz. Estava sem controle dos movimento do seu corpo. - Me ajude, por favor! - Insistia. A voz estava entrecortada, quebradiça, sofrida e embargada. Quase não se ouvia o seu soluçar silencioso. Sempre tive boa audição, outro não conseguiria ouvi-lo na distancia que eu estava.  Sua expressão era taciturna, angustiada. Qualquer ...