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Mostrando postagens de março, 2015

Trovas

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O trovador Agiganta os alicerces, traz satisfação E confia no que há dentro, meu doce E se ficares na rua aceitando o coice Seu fim será com a desilusão. Caiu, mas levantou-se fortificado Sabia que não ganharia dessa vez Se colocou a querer ser o francês Que não era menos que um desalmado. O nada era um quadro da memória Em que o garoto pintou no coração Quando sentiu que a alma chora Nunca mais ficou no nada, na ilusão. As falaçadas da noite parda Descrevem na escrita de um mendigo Que traz o cenário do pobre e do rico Que se apaixonam por uma mesma de sarda. São crises da meia noite a esmo Quando um canto açoite, inebria Traz no centro a imagem fria Um bêbado, conversando com ele mesmo. São palavras de casos reais Aqueles que nunca acontecem Vivem nas imagens banais E logo, de longe, enlouquecem. O trovador ensaia a alma que diz vê paisagens internas e externas ressalta a vida, é um aprendiz Tira todos q...

Sobre a felicidade

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Felicidade só é felicidade Quando sozinha sabe o que faz Quando não se liga às coisas banais Quando fala de coisas que se sente E não se sabe do que está se referindo Quando se fala de um amor E logo dele já se está rindo. Com direito a covinhas Felicidade é olhar pra alguém que se ama E dizer que tudo vai dar certo Mesmo quando lágrimas se impõem Desafiando os momentos incertos. É saber que a luz uma hora vai aparecer Que sempre vai vir um lindo amanhecer E que depois da tempestade O amor aparece, nunca deixa de aparecer. Esperança de que a felicidade não se engana. Felicidade é uma geração De momentos inexplicáveis De sentimentos indomáveis E verdades que sonham por si só. Mas que se ligam no pulso ferventes E emoções tão intensas, não nula inocentes. Ama de forma compreensiva e consciente. Felicidade? É aquele mar tranquilo de um grito interior É a visão distorcida daquilo que se vê É o sentir firmeza só naquilo qu...

Talvez

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Talvez eu até saiba Que um dia isso vai acabar Que sol não terá a mesma cor Que a lua será mais fria Que o mar não será tão azul E meus olhos traduzirão Em poesia, só que com outras palavras. Talvez eu sinta, e agora eu quero Porque o caminho que espero É contigo, e ninguém mais. Eu posso gostar até dos empecilhos Que por vezes se arriscam Em repousar em meus caminhos. Para que eu ganhe um pouco mais de tempo. Não quero pensar em hipóteses negativas Quero sentir que estou viva agora Me embalando para um amor maior Que está crescendo dentro de mim. Às vezes, eu me sinto um pouco confusa Mas é um processo normal quando há escolhas E quando há oportunidades conscientes. Tenho  consciência  das tribulações Eu sei dos meus limites hoje Mas amanhã é Deus que sabe deles. Hoje penso que estou bem, sorrindo até. Amanhã finalmente eu possa chorar de verdade Quem sabe na frente de uma tela, por causa de alguém. Talvez, ...

Lá pelas tantas voltas

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Vou voltar à minha estrada Vou voltar a escrever as minhas poesias Vou sorrir de madrugada,  Durante o sono tranquilo Por em prática minhas teorias. Até que eu canse, ou nasça o novo dia. Vou é me livrar da dor Que me assolava nas tardes frias Vou procurar o meu amor Largar uns tantos de beijos E dizer tudo o que me acontecia. Quando sua ausência era a melancolia. Nada dura para sempre, nada! O sempre não joga com o tempo. À efêmera contratura deixada ao vento Que o tempo, insistente em ficar Com suas indagações de lamento Deixava livre as dobras de sofrimentos. Vou volitar nas noites de luar Esquecer as consternações árduas Vou descrever meus sentimentos Pensar na deleitosa tarde de chá Que vou ter de planejar Para esquecer todo esse tormento. Meu caminho tem muitas flores Onde cantam lindos sabiás Cantam doces cantos, cheio de amores E me lembro que a felicidade me chamava Era só eu segui...