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Mostrando postagens de setembro, 2018

Nos precisamos

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Me fabriquei dos teus pensamentos, Engoli histórias, devorei estórias. Me sentia num balde de gelo, Toda vez que eu tinha que engolir meus sentimentos. Tu entrastes em minha vida armado, Assaltando meus pesadelos de mim, Me cobrindo do teu manto protetor endiabrado. Ai de mim? Não! Ai de nós! As noites nunca mais foram as mesmas, As tristezas foram varridas dos meus sonhos. Restou-me os jogos de decifrações. Tu vieste num lindo cavalo brando, e branco. Com um sorriso dos diabos, de enfeitiçar. Ao invés de escureceres a minha alma, me iluminaste. Fora a cena mais incrível da minha vida! Me elevaste pelas tuas sombras incertas. Me destes as mais belas dúvidas. Me encantastes com teus beijos de conhecimentos infinitos. O teu ser é composto pela beleza do processo da vida. O que é a vida? Quando podemos ver, é a beleza que sublima a alma. É energia. Eu sinto a energia que emana de ti toda vez que teus pensamentos tortos procuram os meu...

Me cubro do teu ser

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talvez o sucinto som da tua voz, esclareça as verdades inatas, empacadas dentro do teu ser. talvez, um vômito anônimo, retire de lá, tudo que é incerto. um respirar de alma. o que outrora tu escondeste, de ti mesmo. agora, de ti mesmo, tirarás. talvez, o certo não seja tirar. e sim, saber o que fazer com o que está dentro de ti. teus olhos grandes são invernos, em noites tempestuosas. o realce da cor da tua profunda noite, pega a tua tempestade diurna e num envolvimento, na penumbra reluz. não entristeças nas tuas larguras poéticas. não envaideças as tuas aventuras, a noite está só beirando ali, esperando a luz chegar majestosa pense, reflita, sobre o choro da noite. ah, a noite! Uma bela paisagem. olho o mar, que reflete a lua. duas inspirações divinas que me alargam de poesia. a noite sorri. e é a noite que penso em ti. é de noite que me cubro do teu ser.

Apenas ame!

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Até que mares, a maldade humana percorre seu instinto? Os ares estão mais tóxicos, E e spiritualmente, o amor sendo imaterial, corre o risco de ficar extinto.  Somos seres inteligentes, e por qual motivo, a inteligência é usada para o mal? Seria inteligência ou instinto? Sobrevivo porque preciso, ou preciso sobreviver? Por labirintos os escombros agem, até formas nunca antes vistas são descobertas, e pelas feridas é que se mostram frágeis. E abrem-se algumas frestas. Os delírios da madrugada, o desespero pelo reconhecimento, São disformes, são almas quebradas, à  noite, a insônia visita o leito. e sem ousar usar o  discernimento, não dormem. O que é a vida, em uma fração de segundos? As rugas da pele se mostram rápido. A riqueza não dura, nem a pobreza. Transbordamento de lixos banais. Sociedade do imediatismo do ontem. Nada interessa,  senão a sede do instinto animal. Inteligência ou instinto? Liberdade ou prisão?  ...