E as ideias quando vem...
E toda vez que penso nele a ânsia volta, o nervosismo me assombra. Eu aprendi a amar, mas não aprendi a me prender. Parece que vivo dualmente, como sempre imaginei, os beijos de uma noite quente um momento de doces risadas Me tiram do sério agora. E o que mais estou fadada? Não posso evitar o que parece ser o certo Não sou do tipo que me chateio fácil tem que ter motivo moral. Pois, quem me conhece sabe que desprezo futilidade. E a verdade, é... Para que o fútil? Navego em mares de pensamentos tão profundos quanto o oceoano tem que coisas que não sei por que existe. Embora eu reflita demais Sobre as coisas e as pessoas que eu amo. Há uma lista de coisas a fazer. Eu já não sou a mesma. Sou aquela que um dia fui eu em outrora um passado de breu e agora eu sendo um eu distante quem sou eu? Pergunto a mim mesma, Nenhum livro de psicologia me respondeu até hoje. E continuo nessa incógnita Então, comece...