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Mostrando postagens de janeiro, 2018

E as ideias quando vem...

E toda vez que penso nele a ânsia volta, o nervosismo me assombra. Eu aprendi a amar, mas não aprendi a me prender. Parece que vivo dualmente, como sempre imaginei, os beijos de uma noite quente um momento de doces risadas Me tiram do sério agora. E o que mais estou fadada? Não posso evitar o que parece ser o certo Não sou do tipo que me chateio fácil tem que ter motivo moral. Pois, quem me conhece sabe que  desprezo futilidade. E a verdade, é... Para que o fútil?  Navego em mares de pensamentos tão profundos quanto o oceoano tem que coisas que não sei por que existe. Embora eu reflita demais Sobre as coisas e as pessoas que eu amo. Há uma lista de coisas a fazer. Eu já não sou a mesma. Sou aquela que um dia fui eu em outrora um passado de breu e agora eu sendo um eu distante quem sou eu? Pergunto a mim mesma, Nenhum livro de psicologia me respondeu até hoje. E continuo nessa incógnita Então, comece...

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O que satisfaz a alma? Uns goles De tudo o que é bom? A vida Um enigma. No assoalho do chão, agora, alguém chora. Nas paredes de uma cobertura de luxo, alguém chora. Não importa onde estamos. As dores não são diferentes em lugar algum. Por vezes, nos agarramos às expectativas da vida sem focar nas perspectivas.  E então, as lágrimas nos visitam de vez em quando. Tudo o que é bom passa a ser condenado, o lugar nunca é o certo. O que queremos sempre é o certo. E o que precisamos? Não sabemos, porque na maioria do tempo, estamos ocupados controlando tudo. A vida não devia ser controlada.