Ô meu dengo

Dengo

Ô meu dengo, minha delícia!
Vem cá me dá um chero!
Quero te contar sobre
coisas que pensei.
Mas já vou avisando,
sem nada de emoção,
faz tempo que não choro
nem por amor e nem por ilusão.
Vivo num dilema de distração
De possibilidades,
por não me apegar a nada
é que degusto um pouco de tudo.
Não repare se eu não te ligar,
se eu não falar "eu te amo"
De qualquer forma
você sabe o que eu sinto.
Não sou de ficar falando
Detesto essa coisa de repeteco.
Falo o necessário, nada de rodeios.
Mas você sabe, meu dengo!
O que é seu está guardado,
bem no fundo do meu peito.
Os dias tem lá suas horas de chatisse
mas quando penso em você
abre longas diretrizes. 
Gosto do que sinto por você
Gosto de sentir essa liberdade de te amar
é algo não aprisionado, 
posso ir para onde quiser,
pois sei que tenho para onde voltar.
E ó, não esqueça das nossas essências,
são elas nos reavivam!
Mesmo que eu não fale muito,
é o amor que nos move,
que nos enche de esperanças
e nos leva consigo.
Hoje vejo muitas coisas
das quais antes nem notava.
Creio que o tempo nos faz viver
aquilo que temos, sem perceber
em qualquer momento desses
em que as reflexões vem nos visitar.
Ô meu dengo, obrigada por existir!

Comentários

Postagens mais visitadas