Papel amassado




Se amassou a última esperança que tinha
O véu foi arrancada de vez do lugar
O vago caminho ainda dança devagar
O último suspiro fugiu com o luar.

O velho choro trancou-se com o dia
Sussurrou lamentos taciturnos pelo ar
O maltrato do coração trazido pelo olhar
Cerrava a mente, e a emoção explodia.


Não havia tédio, e sim um vendaval
As noites eram tempestades inúmeras
Não sobrava tempo pra pesar coisa alguma.



O mar revolto trabalhava os sentimentos
A suave ventania acalmou a ilusão
Pois o erro insiste, é burrice ou tentação?

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Já fui, Ainda estou

Assim deveria ser a vida

Vivemos para nós ou vivemos para os outros?